Hoje vou falar aqui sobre um evento que movimentou o cenário musical e cultural e artístico de Belo Horizonte. É o Conexão Vivo 2012, que esse ano chega a sua 12ª edição. O evento que se iniciou semana passada no Palácio das Artes, essa semana tem sua participação em dois palcos dentro do Parque Municipal. O Palco Vivo e o Palco Conexão; que mesmo com o frio, milhares de pessoas curtiram vários shows.
O evento começou no Palácio das Artes, na quinta feira, mas no domingo acompanhei dois shows ecleticos. Primeiro o de Triago Pethit, onde o clima de simplicidade das letras, vai do português ao inglês e francês.Uma banda coesa, onde o violoncelo dava a nota de destaque e diferenciação musical, onde a expressão artística e corporal de Thiago dava ritmo ao show.
Seguindo a apresentação, veio ao palco a cantora paulista, Tulipa Ruiz, que recebeu crítica e elogios por todo o mundo, em locais que se apresentou.

Seu disco Efêmera, lançado em 2010, foi considerado pelo jornal O Globo, um dos melhores do ano. O que a levou a cinco turnês internacionais como França, Inglaterra e Portugal. Cores, luz e projeções complementam o espetáculo.
Com uma estrutura de som de primeira qualidade, a empresa AFC, teve papel fundamental nesse evento. A captação de áudio por conta dos técnicos Chitão, Pingo, Clésio e Fabinho. A programação da luz por conta do técnico de iluminação Gaguinho. Já a coordenação de palco ficou por conta da Parceria Produz, que pôs os roadies, Ratho, Cristiano, Erwin, Lapinha e Magrelo.Lá encontrei vários fotógrafos de primeira linha fazendo a cobertura do evento: Léo Lara, André Fossati, Eugênio Gurgel e Netum Lima. Parabéns a eles pelo trabalho executado.
Dentro os shows posso citar os que estive envolvido na apresentação, no primeiro dia, 17 de maio, do Mercúrio 758, do músico e compositor Anderson Guerra, com uma banda afiada, com músicas bem executadas e arranjadas. Tem até o tema de abertura do show que tem uma referência a música tema de 2001 Odisséia no Espaço, Also Spracth Zaratustra.
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Continuando, no segundo dia, dia 18 de maio, no palco em que eu estava trabalhando na produção, tivemos as bandas Nem Secos, com o espetáculo Dançando a vida, uma pluralidade de sons e movimentos.
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Encerrando a noite, tivemos a participação do músico Felipe Cordeiro, com ritmos que vão do carimbó à lambada. Com influência do brega, ele vai do pop ao kitsch.
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No dia 19 de maio, sábado, tivemos a participação da artista paraense Juliana Sinimbú, com uma voz imponente. Ela recebeu em 2007 prêmio de cantora revelação do Pará.
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O outro show da noite foi o da banda brasiliense, Soatá, que mesclaock, carimbó, rockarimbó e carimbeat. Com uma composição de voz, guitarra, baixo bateria e percursão, que utiliza um tambor carimbó, de onde vem um som rítmico e da terra, o grupo faz incursões brasilienses - paraenses que dita a nota da banda.
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Encerrando a semana, no domingo, dia 20, a tarde começa com a banda O Círculo conquistou uma posição de respeito no circuito independente baiano, encontraram a expressão rock popular brasileiro. Com
canções que abordam temas cotidianos com uma linguagem direta .
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Seguindo com as apresentações, já no início da noite, o quarteto porto alegrense, Apanhador Só, arrebatou público e critica com seu pop experimental cheio de surpresas.
Durante o show, até uma mini bicicleta tem participação
musical, onde uma roda é microfonada e tem cena própria durante
a apresentação da banda. No Conexão, a banda apresenta o disco Para Quedas, cujo produtor musical foi o Curumin.
Restava ainda o último show no palco em que estive trabalhando.
E ele veio com estilo.
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A banda Garotas Suecas, que lançou o disco nos Estados Unidos, o Escaldante Banda, mescla ritmos negros americanos a Mutantes e Tim Maia. O quinteto fez uma apresentação em que levantou o público, deixando um gosto de quero muito mais , aguardando agora o que virá no próximo fim de semana na Praça do Papa.É isso aí.. até a próxima postagem...
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